Alfabetização em uma abordagem construtivista:
Não há método, mas há princípios
A concepção de sujeito ativo, proposta na teoria piagetiana, abriu espaço para a dis-cussão dos processos cognitivos em uma abordagem construtivista. Tal concepção modifica o olhar de como o sujeito aprende, proporcionando uma série de questionamentos sobre as prá ticas desenvolvidas no interior da escola. Colocando o sujeito como centro do processo ensi- no/aprendizagem, cria-se uma filosofia construtivista geradora de novos princípios metodológicos.Sob esta perspectiva é possível pensar que:
* Para aprender é preciso agir sobre o objeto de conhecimento.
* Os mecanismos cognitivos estão em constante reestruturações e têm forte relação com estágios de desenvolvimento.
* Para compreender a lógica do aluno é preciso que esse exponha suas hipóteses sobre o objeto de conhecimento. Ma maioria das vezes, o erro não é sinal de distração do aluno, mas fonte e matris de uma lógica concebida.
* O sujeito aprende quando é convidado a pensar sobre suas formulações cognitivas.
* O aluno se sente estimulado a aprender quando a proposta de trabalho é desafiante e estabelece conflitos cognitivos.
Apesar de Emilia Ferreiro não ter desenvolvido uma didática voltada para a aquisição da es-crita, a pesquisadora explicitou um conjunto de princípios que mobilizam a interação do sujeito com a escrita, de forma significativa:
* A escrita não é simplesmente um código de transcrição gráfica das unidades sonoras, mas uma linguagem que promove interação entre sujeitos por meio de representações simbó-licas. Para entender o funcionamento da linguagem escrita, é preciso que esta seja vista no local em que suas propriedades se põem em evidência: nos textos.
* A criança aprende a falar, falando. Seu desempenho oral evolui na medida em que intera-ge em situações comunicativas reais e significativas. Do mesmo modo acontece com a es-crita. A criança aprende a ler, lendo e a escrever, escrevendo. Cabe à escola criar contex-tos significativos de uso da escrita.
* O processo de ensino da leitura e da escrita, em termos individuais, deve partir da lógica que a criança concebe em seu nível psicogenético. É a partir da concepção de escrita de-monstrada pela criança que o professor poderá propor situações de conflito cognitivo, levando-a ao domínio da escrita alfabética.
* Para aprender é preciso agir sobre o objeto de conhecimento.
* Os mecanismos cognitivos estão em constante reestruturações e têm forte relação com estágios de desenvolvimento.
* Para compreender a lógica do aluno é preciso que esse exponha suas hipóteses sobre o objeto de conhecimento. Ma maioria das vezes, o erro não é sinal de distração do aluno, mas fonte e matris de uma lógica concebida.
* O sujeito aprende quando é convidado a pensar sobre suas formulações cognitivas.
* O aluno se sente estimulado a aprender quando a proposta de trabalho é desafiante e estabelece conflitos cognitivos.
Apesar de Emilia Ferreiro não ter desenvolvido uma didática voltada para a aquisição da es-crita, a pesquisadora explicitou um conjunto de princípios que mobilizam a interação do sujeito com a escrita, de forma significativa:
* A escrita não é simplesmente um código de transcrição gráfica das unidades sonoras, mas uma linguagem que promove interação entre sujeitos por meio de representações simbó-licas. Para entender o funcionamento da linguagem escrita, é preciso que esta seja vista no local em que suas propriedades se põem em evidência: nos textos.
* A criança aprende a falar, falando. Seu desempenho oral evolui na medida em que intera-ge em situações comunicativas reais e significativas. Do mesmo modo acontece com a es-crita. A criança aprende a ler, lendo e a escrever, escrevendo. Cabe à escola criar contex-tos significativos de uso da escrita.
* O processo de ensino da leitura e da escrita, em termos individuais, deve partir da lógica que a criança concebe em seu nível psicogenético. É a partir da concepção de escrita de-monstrada pela criança que o professor poderá propor situações de conflito cognitivo, levando-a ao domínio da escrita alfabética.
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